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terça-feira, 8 de setembro de 2020

Damasco - Suas propriedades terapêuticas

Damasco (Prunus Armeniaca L.)

Nome popular: Damasco
Nome científico: (Prunus Armeniaca L.)
Família: das Rosáceas
Porte: até 10 metros de altura
Origem: Norte da China

Propriedades e apresentação:

O damasco tem poder energético baixo (48 kcal/100g), o que o torna muito recomendável nas dietas de emagrecimento.

É alcalinizante, por sua riqueza em sais minerais alcalinos, destacando-se seu baixo teor de sódio e riqueza em potássio.

Contém vários oligoelementos minerais de grande importância fisiológica, como o manganês, o flúor, o cobalto e o boro. É rico em açúcares (frutose e glucose).

Nos damascos secos (desidratados) as proteínas alcançam valor importante (até 5%); igualmente ocorre com o ferro, que é um dos principais minerais.

Entretanto, o componente mais notável dos damascos, tanto frescos como secos, é o betacaroteno ou provitamina A.

Deve-se a esse componente a maior parte de suas indicações dieto-terapêuticas, que são as seguintes:

* Enfermidades dos olhos: o consumo de damascos mantém a vista em bom estado, e dá brilho e beleza no olhar, característicos da boa saúde.

Isso se deve não só à ação da provitamina A do damasco, mas também à ação conjunta de outras vitaminas e minerais que o acompanham.

O damasco é recomendado em caso de secura, coceira ou irritação crônica da conjuntiva, perda de acuidade visual devido à atrofia da retina e cegueira noturna.

Os melhores resultados são obtidos seguindo-se uma dieta de damascos.

* Anemia ferropênica (por falta de ferro): o teor de ferro dos damascos frescos não é tão importante como o dos secos.

As quantidades de provitamina A e de ferro que o damasco contém são pequenas em comparação com as grandes doses que os preparados farmacêuticos podem conter.

Apesar disso, os resultados obtidos com o consumo habitual dessa fruta são superiores ao que se poderia esperar por seu teor de ferro ou provitamina A.

* Afecções da pele e mucosas: devido ao seu teor de provitamina A.

Aumenta a resistência às infecções. Recomendado em caso de faringite crônica, sinusite e eczemas.

* Afecções nervosas: alguns terapeutas destacam a propriedade equilibrante do damasco sobre o sistema nervoso, e recomenda-o em caso de astenia, depressão, nervosismo e inapetência.

Atribui-se esta ação à sua riqueza em oligoelementos.

Maneiras de se preparar o damasco:

* Fresco: e bem maduros

* Seco: (em passas)

* Conserva: em compotas ou geleias

Dieta de damascos: realiza-se ingerindo meio quilo de damascos bem maduros por dia, durante 15 dias, preferencialmente no jantar, como prato único. Pode-se acrescentar umas torradas para acompanhar.

Originário do Norte da China, foi levada por Alexandre Magno no regresso de suas conquistas nas Índias.

Da Grécia passou a Roma, onde seu cultivo estendeu-se por toda a região mediterrânea.

No século 18, foi levada para a América do Norte, onde se aclimatou na Califórnia e nos estados ribeirinhos do Mississipi.

Sua viagem não parou aqui, pois foi levado a Lua em uma de suas viagens espaciais por astronautas americanos.

Uso medicinal:

Indicado no tratamento contra anemias, é uma das frutas mais eficazes, pois além de ser muito saboroso o damasco é muito bem aceito por crianças e adultos.

É rico em vitaminas e sais minerais por isso mesmo são determinantes nos casos de debilidade geral, desnutrição, etc.


Sua amêndoa produz um líquido quando triturada  e este é bastante usado em gotas, principalmente contra dores de ouvido, tosses, inchaço do pés, dores, prisão de ventre e resfriados.

Fonte de pesquisa: Livros diversos e biblioteca pública.
Texto meramente informativo. Sua visita periódica ao seu médico de confiança é fundamental.


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