Nomes populares: Erva-de-são-joão, catinga-de-bode, erva-de-santa-lúcia, erva-de-santa-luzia, etc.
Nome científico: (Ageratum conyzoides L.)
Família: Hypericaceae
Origem: a erva-de-são-joão é uma planta nativa da Europa, da Ásia e do norte da África
Propriedades e apresentação:
Trata-se de uma erva anual, ereta, pilosa e aromática, com até 1 metro de altura.
Folhas opostas, longo pecioladas, ovoides e ásperas, de 3-5 cm de comprimento.
Inflorescência em capítulos com cerca de 30-50 flores de cor lilás a branca.
Fruto do tipo aquênio, pequeno e preto.
Toda ela é muito aromática. É considerada uma invasora, reproduz-se facilmente por sementes.
É nativa da América Central e Caribe, aparece desde o sudeste da América do Norte até o Brasil tropical e subtropical nas áreas úmidas.
Vem sendo considerada uma alternativa mais barata aos antidepressivos tradicionais.
Emprego e utilização da planta:
Utilizada durante muito tempo pela medicina popular como cicatrizante e anti inflamatório.
Há algum tempo devido a uma pesquisa alemã, que comprovou suas propriedades antidepressivas, ela ficou famosa.
Uso medicinal:
Das variedades da planta, as mais comuns no Brasil são a erva-de-são-joão falsa, ou mentrasto, indicada para reumatismo e artrose, e o cipó-de-são-joão, comum em beira de estrada, utilizado para vitiligo expectorante.
Cuidados e prevenção:
Seus efeitos colaterais ainda não são totalmente conhecidos. Cogita-se que o principio ativo da planta pode reagir com os raios ultravioleta do sol e danificar proteínas do cristalino, uma das lentes naturais dos olhos, deixando-o opaco.
Pacientes que utilizam a planta devem se proteger usando bonés e óculos escuros em dias ensolarados. Não recomendado para gestantes, lactantes e pessoas com diabetes.
Fonte de pesquisa: Livros diversos e biblioteca pública.
Texto meramente informativo. Sua visita periódica ao seu médico de confiança é fundamental.


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