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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Própolis - Suas propriedades terapêuticas

Própolis (antibiótico natural)

Propriedades e apresentação:

O própolis, popularmente chamada de “antibiótico natural”, seu uso é conhecido há milhares de anos, segundo revelam documentos do Antigo Egito.

A própolis é uma substância balsâmica e resinosa, de consistência viscosa, recolhida das plantas, pelas abelhas, através de brotos, flores e exsudatos. Apresenta-se de cor variada, oscilando entre o amarelo, o pardo, o esverdeado e o marrom.

Essa variação de cor é resultante da origem botânica do produto que, ao ser queimado, exala uma fragrância de resina aromática. Apresentando consistência maleável a rígida, sabor variado e granulometria heterogênea, nas colmeias, essa substância é enriquecida com secreções salivares, cera e pólen, formando uma pasta.

Documentos milenares referem-se ao uso do própolis, inicialmente, entre os egípcios, onde era muito usada no embalsamento de cadáveres, mas o nome “própolis” veio do grego (pro + polis), isto é, o que fica à frente da cidade, a defesa da cidade.

Os Incas eram contumazes usuários da própolis, o antibiótico natural das abelhas. Há ainda um documento, datado de 1700 a.C.; que trata do uso da própolis como produto medicinal.

Para as abelhas, a própolis faz o que chamamos de “medicina preventiva”, ao esterilizar a colméia e impedir a propagação de bactérias e fungos.

Por essas e por outras razões, a própolis é um elemento indispensável nas construções das abelhas. Ela garante a assepsia no interior das colmeias, defendendo todos os seus habitantes de insetos invasores, vivos ou já mortos, e que poderiam apodrecer e trazer doenças à colmeia.

Daí podemos entender como a própolis defendia o estoque de alimentos da colmeia, pois mumificava tanto os invasores vivos, quanto aranhas e insetos mortos.

A literatura apícola aponta, ainda, a própolis como excelente isolante térmico. Hoje, a Biologia, a Medicina e a Veterinária realizam experiências científicas sobre o emprego da própolis.

Dentre as várias pesquisas em andamento, destacam-se aquelas atividades como:

Antimicrobiana, antiparasitária, anti-inflamatória, antioxidante, cicatrizante, broncodilatadora e analgésica.

A Universidade de Campinas tem dedicado muitas pesquisas ao estudo dos componentes  e às propriedades da própolis e a Universidade de Kobe tem parcerias com o Brasil, desde 1994, para a realização de estudos da própolis.

A própolis possui mais de 400 substâncias com propriedades ainda desconhecidas para a fisiologia humana.

Fonte: Ervas Plantas.
Texto meramente informativo. Sua visita periódica ao seu médico de confiança é fundamental.


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