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domingo, 30 de setembro de 2018

Propriedades da Casca-de-anta

Casca-de-anta (Drimys winteri)

Nome popular: Casca-de-anta
Outros nomes: Para-tudo, melambó, malambó, caá-pororoca, casca-de-anta
Nome científico: (Drimys winteri)
Família: Magnoliáceas
Origem: Chile e Argentina

Propriedades e apresentação:

A casca-de-anta é uma árvore relativamente pequena, folhas alternas, persistentes, sem estípulas, oblongas, obtusas, glaucas na superfície inferior.

Suas flores são hermafroditas, esbranquiçadas, solitárias ou reunidas em pencas de três ou quatro, nas pontas dos ramos.

O fruto é uma baga globulosa, glabra, do tamanho aproximado de uma ervilha. O Drimys granatensis deve, segundo Lanessan (Botanique Médicale), ser considerado como uma variedade do Drimys winteri, e não como uma espécie distinta.

A história do valor terapêutico dessa planta é muito interessante e curiosa. Seu nome "casca-de-anta" - afirma o caboclo - lhe adveio do fato de que, antes de ser conhecida pelo homem, a anta já a procurava, coçando-se nela ou roendo-lhe a casca.

Uso medicinal:

A casca é utilizada como um excelente remédio contra desarranjos do estômago (dispepsias, falta de apetite, flatulências, gastralgias, etc.), catarros crônicos, atonia intestinal, disenteria, vômitos rebeldes, cólicas, fraqueza geral, febres.

Fonte de pesquisa: Livros diversos e biblioteca pública.
Texto meramente informativo. Sua visita periódica ao seu médico de confiança é fundamental.



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